segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

EM SI NO FIM



EM SI NO FIM

Dores amargas de um sorriso doce
Quietude de um coração acelerado
Quanta contradição de se ter amado
Quando mudarias o mundo se não fosse:

A proibição que evita a vida,
O pensamento indiferente e inexplicável,
A decisão tomada e irrevogável
Com o prazer da felicidade perdida

A ausência do não da negação
Dando infinitude a esperança
Massacre de um brilho de criança

E todos os esforços parece em vão
O sangue jorra do que era forte
E de todos os toques ele só quer o da morte

25/05/2007
Jardson Fragoso

2 comentários:

  1. Não sei se vou expressar no meu comentário o que realmente, senti ao ler !!
    Achei tão intenso, uma verdade que so buscamos realmente, quando perdemos algo... Gostei ...bjo

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