terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Fim do em si

Fim do em si
 
A gana de um sorriso morto
Invade o coração que ainda bate
Mas que suplica seu abate
Para saciar esse fim escroto
 
Desgraças de um suicida
Esperando pela piedade do carrasco
Que com egoísmo que provoca asco
Não lhe quer retirar apenas a vida
 
Se forças tivesse a espada lhe entraria
E a si prórprio esfaquearia
Para considerar sua dignidade
 
Mas o fluido do assassino vencedor
Escorre pisando no que se chama dor
Destroçando e extinguindo a verdade.
 
 
Jardson Fragoso
13/06/2007

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